Há alguns anos anos escrevi o seguinte sobre o tema:
'Fanatismo, do francês fanatique ou do latim fanaticus é qualquer coisa extremista, muito exagerada.
Não gosto de fanáticos! Tudo que é demais, como diria minha sábia mãe, é prejudicial!
Hoje tive uma conversa com uma missionária da palavra. Ouvi atentamente sua pregação e passei minha posição em relação a bíblia, a Deus e a Jesus. Deus está comigo! Jesus é meu exemplo perfeito de amor ao próximo e acredito na bíblia (conforme minhas próprias interpretações, já que foi escrita em uma época de bárbaros ignorantes, por parábolas e em linguagem para tal entendimento).
Mas todo ser humano tem várias perguntas sem respostas, várias opções de céu, inferno, deuses... E me pergunto porque dentro de tantas variáveis, cada um acha que está certo e será ou não "salvo"? Talvez minhas dúvidas me condenem ao inferno ou ao limbo, mas o fato é que Deus é fiel e está presente em minha vida em todos os momentos, ainda que eu não participe e nem sinta falta de uma religião previamente estabelecida por uma civilização que no fundo, só queira tentar controlar as massas, adquirindo riquezas e poder com isso.'
Hoje, digo que sou filhinha de Papai. Deus sempre esteve comigo e agora também ESTOU com ele.
Continuo sem precisar de religião. Sou de Deus! Isso me basta. Creio nele!
Acredito em várias coisas e desacredito de outras, mudo conforme aprendo e confio nesse aprendizado, sou muito racional. Mas pedi a Deus pra adormecer esse meu lado e me preencher do seu amor, porque amor é inexplicável. A ignorância muitas vezes é uma virtude, nesse caso talvez ainda mais porque tenho uma cabeça muito científica e isso pede sempre muitas justificativas e ELE não precisa me justificar nada.